O Jardim Botânico de São Paulo, no parque estadual Fontes do Ipiranga, abriu o Córrego Pirarungaua (afluente do riacho do Ipiranga), que havia muito tempo estava tampado. Foram instalados um leito de concreto com algumas quedas, taludes verdes e um deque suspenso para pedestres. Assim a cidade recuperou um elemento natural de importância histórica e ecológica em uma das maiores áreas verdes da região metropolitana.
Foi concluída a reforma do prédio na Avenida Ipiranga n° 1.248. O prédio dos anos 50 havia sido invadido duas vezes e estava vazio havia um bom tempo. O edifício de escritórios foi transformado em moradias. Faz parte de uma onda de obras na região que aos poucos vêm revitalizando o centro da cidade. É uma resposta da iniciativa privada à alta demanda de moradia de custo acessível no centro e à situação de abandono.
A reforma buscou resgatar a arquitetura original da época e equipar o edifício com nova infraestrutura, caixilhos e áreas molhadas para seus novos moradores. As 226 unidades de entre 30 e 50 m2 já foram todas vendidas e o empreendedor segue com mais trabalhos na mesma região.
Arquitetura: Pierre e Marina Mermelstein, Merten Nefs
Obra: Arco- arquitetura planejamento e construção ltda.
Área bruta: 9.242 m2
Pavimentos: 20, incluindo a entrada no térreo e salão de festas no 19°
Conclusão da obra: 2008
Uma pequena homenagem ao melhor projeto do Niemeyer: Edifício Copan, uma cidade dentro da cidade. Mesmo com muitas mudanças no projeto original a construção é uma das principais marcas visuais de São Paulo.
Tem 140 metros de altura, 37 andares e cerca de cinco mil residentes. É considerada a maior estrutura de concreto armado do Brasil. Possui 1.160 apartamentos distribuídos em seis blocos, além de área comercial no térreo com 72 lojas e uma igreja evangélica. O Edifício Copan é mais populoso que 457 municípios do país, sendo considerado o maior edifício residencial da América Latina. (Dados: Wikipedia)
Exatamente por ser uma megaestrutura no meio da cidade – transcendendo o lote e rua onde é localizada – não dá pra entender porque o edifício Copan tem costas. Pensando bem, talvez não seja o projeto mas sim os moradores, que tampam as janelas nos fundos do prédio, que estabelecem as costas do Copan.
Animação de Andrés Lieban e Diego Stoliar, inspirado nos desenhos do Niemeyer, produzida para H. Stern.
Lançamento do livro Espaços Colaterais, organizado por Alexandre Campos, Wellington Cançado, Renata Marquez e Carlos Teixeira. Livraria Cultura do Conjunto Nacional, São Paulo.
Hoje, 28 de Novembro, às 19h.
Muitos projetos e estudos já foram feitos para a Praça Roosevelt. Este trabalho de graduação da Gláucia Maia, USP São Carlos, mostra a história e os projetos da praça. www.saplei.eesc.usp.br/tgi2007/…