Foi publicado no portal Vitruvius o resultado do concurso para Re-urbanização do campus do Observatório Nacional e Museu de Astronomia, no Rio de Janeiro.
3° lugar - Projeto da arquiteta paisagista Patricia Akinaga, arquiteta Andrea Junqueira Campos e arquiteto Merten Nefs
O projeto de revitalização da “cracolândia”, no centro de São Paulo, está saindo do papel e já está tendo seus primeiros efeitos polêmicos. Ações com 400 policiais da PM e polícia civíl conseguiram expulsar a maioria dos traficantes e usuários do perimetro do projeto. Na ação um número de usuários de crack foi encaminhado para hospitais. Até óntem 24 pessoas foram presas, não foi divulgado se eram traficantes.
A venda e uso das drogas continua nas regiões vizinhas, como República, Santa Cecília e Vila Buarque. Este efeito colateral da operação urbana já havia sido previsto por vários profissionais e organizações no centro da cidade. Mesmo assim, o projeto da prefeitura não incluiu estratégias para resolver esta questão.
Parece que foi comprovada a tese que é possível expulsar o tráfico de drogas de uma região da cidade a força. Certamente, quem tiver um imóvel nas 23 quadras entre as avenidas Rio Branco, Duque de Caxias, Mauá, Cásper Líbero, Praça Alfredo Issa e Avenida Ipiranga, vai se livrar do tráfico, moradores de rua e do IPTU por um bom tempo. Nas regiões vizinhas desse polígono o IPTU sobe e o número de moradores de rua e problemas relacionados ao tráfico crescem. É uma inversão bem interessante. Pelo jeito é ótimo participar da operação, se não, então é melhor ficar longe dela.
Uma reportagem flagrou na semana passada venda de crack em um novo local, batizado de Nova Cracolândia. Fica na rua dos Gusmões, esquina com a avenida Barão de Limeira. É verdade que a mídia tende a apimentar as notícias, mas os acontecimentos estão ali para todo mundo ver com os próprios olhos. Outras reportagens e observações de moradores dos bairros identificaram situações similares na Vila Buarque e na Avenida São João, entre outros.