The Dutch “New Map” joins planning information of all municipalities in the Netherlands and gives a rather good idea of what the country will look like 10 years from now. Another project, called “The Old Map of the Netherlands”, gathered information on vacant lots and buildings.
When these two maps are put together, one finds that most vacant spaces are actually located outside the new development of housing, offices, commerce and leisure. This means that the potential of vacant space remains unused in Dutch urban planning. It also means there is still a bright future for squatting movements, just pick up the list and go…
Nirov Quickscan for the city Utrecht (searching for overlaps in the two maps, vacancy and urban development). Manon van Heusden en Jan Kadijk 23-06-08
Filed under:English, Urbanism — posted by Merten Nefs on June 24, 2008 @ 2:43 pm
The delayed construction of Heathrow Terminal 5 was the longest public inquiry in the history of the UK. This week the Planning Bill, proposed legislation to streamline decision on big projects like airports, will be voted. Environment campaigners say it will strip ordinary people of the right to object to major projects. Engineers and politicians warn for failure and lack of infrastructure aswell as unacceptable costs through delays caused by civic protests.
“It took four years, with 700 people giving evidence at a cost of £80 million to come up with the decision that the vast majority of people expected in the first place.”
Proposta ousada do arquiteto Eduardo Longo, prevendo a adaptação das lajes existentes da praça para formar um balneário público com piscinas e solário.
Além de evitar a cara demolição e revitalização da praça, proposta pelo poder público (e até hoje pendente), o projeto mantem as vagas valiosas sob a laje e propõe um uso popular, lucrativo e controlável, assim pondo um fim ao mal-uso e fechamento atual do espaço.
Perigosos vazios urbanos
Artigo no Estado de S.Paulo Quinta-feira, 19 de Junho de 2008 www.saopaulo.sp.gov.br/sis/…
“Os postos, segundo o levantamento, respondem por danos ambientais em 621 das 743 áreas contaminadas listadas pela Cetesb na capital. [...]
A Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) mantém, há cinco anos, um Cadastro de Áreas Contaminadas no Estado de São Paulo. Desde que ele começou a ser organizado, o número de áreas cadastradas como infiltradas por produtos químicos cresceu nove vezes - das 255 do início do cadastramento, para as 2.272 no ano passado. Somente em 2007, o número de áreas cadastradas cresceu 25%. As principais fontes de contaminação do solo são os postos de gasolina (77%), instalações industriais (14%) e estabelecimentos comerciais (5%).”
Áreas contaminados na Europa Holanda - 60.000 áreas contaminadas que necessitam ser remediadas urgentemente (www.vrom.nl) Alemanha - 55.000 áreas contaminadas (dados de 2001) (www.umweltbundesamt.de) França - 3.500 áreas contaminadas que necessitam de remediação (www.fasp.info) Bélgica, Região de Flanders: 7.000 áreas contaminadas registradas (www.ovam.be)
Projeto de recuperação de terreno contaminado em São Paulo (Museu aberto da sustentabilidade)
Arquitetas Adriana Blay Levisky e Anna Julia Dietzsch www.arqbacana.com.br/…
Nadia Somekh cita, como muitos autores, projetos urbanos na Espanha e Argentina. Segundo a autora, os projetos urbanos no Brazil não conseguem alcançar o patamar desses exemplos porque possuem índices muito inferiores de investimento pelo poder público, além de não utilizar todo potência dos instrumentos de participação popular nos projetos.
Falando do caso do centro histórico de São Paulo, ela destaca alguns planos e ações a partir de 2000 para melhorar as condições de trabalho, limpeza urbana e manutenção do espaço público central, resgate do centro como pólo de lazer, entretenimento e turismo. Em relação aos efeitos sociais do Estatuto da Cidade, ela é pessimista.
Puerto Madero, Buenos Aires 2008
Surgem algumas perguntas:
> Quais foram os projetos participativos no centro de São Paulo? (No artigo se fala muito nas parcerias público-privadas e pouco na participação popular)
> A orla de Barcelona e Puerto Madero são realmente bem succedidos do ponto de vista social e ambiental?
> Existe mais participação da população em Barcelona, Buenos Aires ou Milão?
> E se for o caso, é porque lá a população se importa mais em participar, ou porque lá existem estruturas mais abertas para ouvir a população e permitir que ela contribua com projetos e ideías?
Puerto Madero, Buenos Aires 2008
Fragmentos do artigo:
“O diferencial brasileiro, no entanto, reside na baixa capacidade do poder público em investir recursos em áreas de transformação urbana. [...]
A principal crítica que se faz às operações urbanas principalmente de São Paulo, é a falta de Projeto global, com desenho urbano, transparência (superado pela existência de conselhos gestores) e efetiva redistributividade e impacto social positivo. [...]
Entendemos que os instrumentos do Estatuto da Cidade se bem utilizados e articulados nos PD e nas operações urbanas, poderão constituir avanços consideráveis, garantindo espaços democráticos, participativos e ecologicamente equilibrados nas cidades brasileiras. No entanto, de nada servem instrumentos técnicos, sem a mobilização da população e a construção coletiva de uma cidade mais justa. É importante garantir espaços que permitam esta ação coletiva.
[...] no caso das OU [ Operação Urbana] Anhangabaú (1991) e da OU Centro (1997) poucos foram os resultados da aplicação desse instrumento.”
Uma das manifestações quase diárias na Avenida de Mayo, Buenos Aires